Aproximando a literatura brasileira com grandes jornadas de fantasia, o álbum em quadrinhos Romaria mostra a jornada da pequena Délia em busca de água para sua família. Inspirada pelas histórias heroicas que ouvia de sua avó todas as noites, a jovem sai de em uma missão que vai mudar para sempre a sua vida.

Com roteiro de Jun Sugiyama (Gibi Quântico, Kimera – A Última Cidade, ExE, Japow!, entre outros) e arte de Alexandre Carvalho (Gibi Quântico), o álbum está na reta final de sua campanha no Catarse e tem lançamento programado para o Festival Internacional de Quadrinhos (FIQ) deste ano, que acontece de 30/05 a 03/06 em Belo Horizonte.

Bati um papo com o Jun sobre projeto, quadrinhos e a vida, o universo e tudo mais.

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HISTÓRIA

Vindo de uma família de proeminentes magos da Cidade-Estado de Blesses, o jovem Mikhail Tremere não possuía o menor talento para a Magia. Por mais que estudasse e praticasse, não conseguia realizar o menor dos efeitos. Frustrado, voltou todas as suas forças para outra fonte de poder: a política.

Como sua família era bem relacionada, conseguiu um emprego como fiscal no porto de Blesses. Conhecia as leis e suas brechas como poucos, e logo passou a atuar junto aos mercadores que gostariam de “pagar menos” por suas mercadorias e até mesmo traficantes diversos.

Com sua eficiência e discrição, Tremere foi galgando postos e em poucos anos tornou-se Gerente Geral, sendo responsável por tudo o que ocorria no porto do Blesses. Usou isso para controlar o comércio não só local, mas de vários outros que dependiam deste importante posto comercial, e com isso foi criando uma espécie de poder paralelo na cidade e além, sem que as autoridades percebessem.

Mas estar à margem do poder oficial era algo que sempre incomodou Tremere, de modo que ele passou a trabalhar para se tornar regente de Blesses. Porém, a regência na cidade, exercida pela família Silver, era hereditária, e com isso o máximo que ele conseguiu foi o cargo de Mentor, o principal conselheiro do regente. Mudavam os regentes e o mentor permanecia, de modo que Tremere  passou a usar seus contatos e cobrar favores para de fato comandar a cidade.

Quando alcançou idade avançada, sua mesquinhez atingiu o ápice. A magia já havia lhe sido negada e, agora que a morte se aproximava, não conseguiria ser mais do que um mentor. Não poderia morrer assim e passou a buscar maneiras e prolongar sua existência.

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Que o canal Choque de Cultura é o melhor programa de cultura pop da atualidade não resta a menor dúvida. Mas como eles falam “só” de cinema e séries, os amantes das outras artes acabam ficando carentes de suas análises sólidas e bem fundamentadas. Pensando nisso, me juntei com o Silveira Júnior para imaginar como seria se os maiores nomes do transporte alternativo do país resolvessem falar sobre HQ.

O resultado você confere abaixo. Solta a HQ, Simone!

 

Gostou de Zikas? Adquira os volumes 1 e 2 aqui!

Agradecimentos ao Airton Marinho pela ideia!

E voltamos com as nossas tradicionais opiniões rápidas e rasteiras sobre produtos da cultura pop que consumi. A bola da vez é Games!

 

 

The Wolf Among Us

Não tinha jogado nenhum game neste estilo ainda e curti muito o esquema de “animação interativa”.

Gráficos lindos, uma baita história que me envolveu muito e uma ótima introdução ao universo da HQ “Fábulas”.

Tanto que acho que vou retomar a coleção (só tenho o primeiro).

 

 

 

 

Bioshock

Segundo shooter de XBox360 que termino (o primeiro foi Dead Island) e admito que suei bastante para conseguir. Muitos controles, muitas opções de armas, muitos inimigos… Mas valeu a pena.

Além de ser um shooter dos bons, este game possui uma história fenomenal, discutindo os limites da ética e moral da humanidade quando um grupo constroi uma cidade submersa livre de política e religião.

Incrível como o ser humano sempre dá um jeito de ferrar com tudo.

 

 

 

Dungeons and Dragons – Tower of Doom

Apesar de ser um beat´em up, busca reproduzir todos os elementos clássicos de aventuras de D&D: cada classe tem seus poderes e especialidades, é possível comprar itens, subir de nível e escolher divesos caminhos durante o jogo, e o principal: é MUITO difícil jogar sozinho!

A trama é basicona, mas serve bem ao jogo. Detalhe interessante é que muita gente (eu incluso) jogou primeiro a continuação deste jogo ( o “Shadows over Mystara”), o que gera ~~altas confusões~~, como sentir falta de alguns personagens.

 

 

Dungeons & Dragons – Shadow over Mystara

Legal pelos novos personagens, mas acabou decepcionando por ser MUITO igual ao jogo anterior, Tower of Doom.

Não que eu esperasse mudanças estruturais na mecânica do jogo, mas os inimigos e mestres (com exceção de um) são os mesmos e até a animação ao vencer um grande inimigo é igual!

(Incrível como vamos ficando velhos e chatos, não?)

 

 

 

The Stanley Parable

Definitivamente, um dos melhores games que já joguei em toda a minha vida.

Sua premissa é simples: um sujeito pacato e com um trabalho burocrático chamado Stanley um dia percebe que todos em seu prédio comercial desapareceram e sai para descobrir o que está havendo.

Só que a narrativa do jogo, com um narrador ditanto o que Stanley faz e se aborrecendo quando não é obedecido, leva Stanley, o Narrador e o próprio jogador a questionarem tudo o que está acontecendo, até mesmo a própria noção de realidade.

Este jogo fodeu minha mente em níveis que não eram fodidos fazia um tempo já. Valeu, Mário, pela indicação!

 

 

Rolezinho? Parque de playboy? Carreta com dançarinos mascarados? TUDO ISSO NUMA EXPLOSÃO DE HUE HUE BR!

Barone, nosso mano orc em busca de fama, vai se meter numa roubada ao trabalhar de segurança para a Princesa do Rolezinho no maior encontro de funkeiros de San Paolo! O rolê vai ser no parque mais chique do reino, então será que a milícia vai deixar a galera curtir de boa? E no meio de tudo isso, o anão paga-lanche Muralha quer se infiltrar entre os orcs ostentação pra mostrar que também saber ser da perifa!

E não é só isso! A dupla de atrapalhados heróis ainda vai enfrentar toda a malemolência e gingado de um grupo de dançarinos mascarados em sua carreta. Eles parecem divertidos e fazem manobras radicais, mas o que eles realmente escondem?

Zikas é escrito pelos maloqueiros Alessio Esteves e Raphael Fernandes, e desenhado pelo zoeiro Silveira JR. O resultado inusitado é o que acontece quando juntamos RPGs de fantasia e cultura das quebradas.

Arrisque seus passinhos nesta aventura sem fim ao som do funk ostentação e corra atrás do Trenzinho Tornado! Abra este mangá e VAMOS PASSEAR NO PARQUE!

Zikas Volume 2 está em pré-venda aqui!

Andei bem sumido das redes sociais e da vida social em geral por excesso de trampo. Mas as coisas acalmaram, estou com um tempo para respirar e segue então algumas boas notícias que rolaram nesse meio tempo.

 

Space Opera em Quadrinhos

Coletânea de ficção científica da Editora Draco organizada pelo Raphael Fernandes, o Warren Ellis brasileiro. São oito HQs com batalhas e viagens espaciais vários alienígenas, ação e diversão.

Participo com a HQ Protocolo 66, trama política (mas que surpresa, hein?) que conta com uma baita arte do grande MJ Macedo. Sério, a parada ficou tão boa que mal acreditei que era minha quando abri o gibi!

Adquira seu exemplar aqui!

 

 

Dito pelo não dito

Rolou também o lançamento do romance-mosaico escrito a 24 mãos, que foi financiado com uma campanha pra lá de bem sucedida no Catarse.

Falei bastante sobre este livro aqui, mas basicamente a dupla Rodrigo Ortiz Vinholo e Pedro Hutsch Balboni fizeram a base da trama e entregaram cada capítulo para um autor diferente desenvolver com o seu estilo. A história começa com uma garota chamada Joana não conseguindo acordar seu namorado e se desenvolve em uma jornada de autoconhecimento e questionamento do que é real para os mais diversos personagens que passam por ela.

Fiquei responsável pelo capítulo 10, O Mundo / Rei de Espadas e você pode adquirir seu exemplar comigo mesmo (em breve pretendo abrir uma lojinha, mas entra em contato comigo aqui ou pelas minhas redes e a gente faz um bem bolado).

 

Segredos

Semana passada ainda assinei um contrato para participar de uma nova coletânea de HQ. O roteiro já foi aprovado e no momento estamos aprovando os esboços da arte. Vai ficar foda e só posso adiantar o tema: terror.

Também fui convidado a participar de uma outra coletânea de HQs com um tema que já tratei de certa forma em alguns quadrinhos meus, mas terei que dar uma abordagem diferente. Este ainda está no desenvolvimento do roteiro e por enquanto é segredo (então não conta para ninguém sobre isso, tá?).

Tem mais uns 7 projetos rolando em diferente graus de desenvolvimento (um deles inclusive é um game!) mas não posso entrar em detalhes no momento…

E também fiz minha inscrição para a Comic Con Experience deste ano. Pretendo dividir mesa com o Márcio Mello, já que estamos trabalhando juntos em um projeto para o Estúdio Gota de Areia e que, se tudo der certo, pode ser anunciado no segundo semestre.

 

Vamo que vamo!

Sovellis Eliradar.

Sovellis Eliradar.

Filho único de uma família de embaixadores de Athelorn, o reino dos elfos, desde cedo Sovellis Eliradar viajou por todo o Império e além, conhecendo os mais diversos locais e povos. Mas o que realmente fascinava o jovem elfo eram as belas paisagens entre os locais que seu pai visitava e tomou a decisão de que veria o máximo que poderia daquilo caminhando com seus próprios pés, ao invés dos teleportes e transportes mágicos de sua família. Então, ao atingir a maioridade, Sovellis escolheu ser um  ranger, assim poderia percorrer e proteger os cenários que tanto admirou em sua juventude.

Esperando que seu filho também fosse seguir carreira na política, inicialmente Ivellios Eliradar preocupou-se com sua escolha. Porém, uma longa e agradável conversa tornou a escolha de Sovellis uma oportunidade de unir tanto a política quanto seu desejo por conhecer o mundo. O jovem elfo seria enviado para a capital do Império humano, Murin, aonde seria treinado pelos maiores heróis conhecidos, o Protetorado Imperial, e depois poderia partir para conhecer o mundo. O fato de tão importante embaixador élfico permitir que seu filho vivesse e treinasse com os heróis dos humanos era uma demonstração de boa vontade e convivência pacífica entre os dois povos.

Após passar pelo seu treinamento, Sovellis partiu junto com Asa Vermelha, seu falcão companheiro animal, em sua tão sonhada jornada. Ele agora era um ranger do Protetorado Imperial e patrulharia e protegeria as terras civilizadas em nome do Imperador. Após alguns anos de jornadas e boas aventuras, o que era para ser uma breve estadia na vila de Tored, próxima às fronteiras com as Montanhas do Extremo Mundo, mudou para sempre a vida do elfo.

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No Ano do Cervo 30 a.C, o Príncipe Mikal e o mago Wardoz retornaram a Murin, a capital do Império. Sua jornada de três décadas os deixou mais experientes, sábios e poderosos, de modo que haviam voltado prontos para assumir seus postos como Imperador e Mago Imperial.

Todos se alegraram com o retorno de Mikal e o Sumo-Sacerdote Dasmius de boa vontade devolveu o comando do Império ao seu legítimo senhor. Com os conhecimentos adquiridos em sua jornada, o príncipe começou a organizar a nova Guarda Imperial e iniciou a formação de um grupo de elite formado por heróis altamente capacitados, que agiriam como aventureiros oficiais da Coroa. O grupo foi batizado como Protetorado Imperial.

Durante a viagem do príncipe, Dasmius manteve as terras imperiais na mais perfeita ordem. A ausência de Sargon fez com que muitos dos servos do Mal permanecessem escondidos durante a feroz caçada a seu mestre, e todos puseram reconstruir sua vidas na capital em paz.

imperador mikal ethos

Imperador Mikal

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(Aviso: este cenário que uso atualmente em minha campanha de Dungeons & Dragons 3.5 é um misto de elementos do próprio D&D com Hero Quest, Tormenta e Fighting Fantasy, logo vocês encontrarão eventos, lugares e personagens deste quatros jogos e de muitos outros lugares. O mundo de Ethos está sendo compartilhado a pedido dos companheiros de dados da Ethernalys Role Playing & Games e tem a intenção de dividir com outros mestres e jogadores a experiência de criar um jogo a partir daquilo que gostamos em outros sistemas e cenários. Espero que gostem e fiquem à vontade para usar este elementos em seus jogos e campanhas!)

No Ano do Cavalo 85 a.C (antes o Caos), o nobre e poderoso arquimago conhecido apenas como Mentor sentiu que era o momento de procurar um novo Guardião para o Livro da Sabedoria. Um dos artefatos mais poderosos e valiosos de todo o mundo conhecido, este livro contém toda a história do que aconteceu e do que acontecerá, e dizem ter sido entregue ao seu primeiro Guardião pelos próprios deuses, que afirmaram ter encontrado esta obra quando acordaram. Suas palavras não são claras e não devem ser tratadas de forma leviana, de modo que o Livro da Sabedoria costuma ficar em locais de difícil acesso e somente é consultado por seu Guardião, o cargo mais importante de todo o Império. Mesmo o próprio Imperador jura lealdade e obediência aquele que guarda tão importante tomo.

Se houve algum Guardião do livro antes do Mentor, ninguém mais se lembra. Porém, guiado pelas palavras ali escritas, o ancião percorreu todo o continente em busca de um aprendiz. E na cidade de Khalos conheceu Sargon, um jovem de inteligência excepcional. Após conversar com os tios que cuidavam do rapaz, Mentor voltou com ele para Murin, capital do Império. Após apresentá-lo ao Imperador Arter e Aurin, o Mago Imperial, Sargon instalou o rapaz em seus aposentos e iniciaram os treinamentos.

Mentor, o antigo Guardião do Livro da Sabedoria.

Mentor, o antigo Guardião do Livro da Sabedoria.

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(Publicado originalmente no Universo Fnac em 13/06/2013)

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Um dos jogos exclusivos de Playstation 3 mais aguardos na época de seu lançamento, The Last of Us é um survival horror com perspectiva em terceira pessoa que busca ser muito mais do que andar e atirar nos inimigos. Levando o conceito de sobrevivência às últimas consequências, as armas são escassas, curar-se é praticamente impossível e a inteligência artificial dos inimigos está complexa.

A trama gira em torno da jornada de Joel e Ellie tentando atravessar os Estados Unidos após o país ser devastado por uma praga. Há cerca de 20 anos, um estranho fungo infectou grande parte da população humana, transformando-a em uma espécie de zumbis. O governo criou zonas de quarentena fortemente vigiadas e quem não quis sujeitar-se às novas e duras leis juntou-se em violentas gangues para proteger-se dos infectados.

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