Gibi Quântico 2: lançamento e entrevista com Airton Marinho

Publicado: 29 de julho de 2016 em Quadrinhos
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Após conquistar público, crítica e um Troféu HQMix, o Gibi Quântico volta em uma nova edição. Os alunos dos cursos de Roteiro para Histórias em Quadrinhos da Quanta Academia de Artes se reuniram com desenhistas de todo o Brasil para mostrar a força e a diversidade das HQs em 140 páginas inéditas.

Desta vez a edição ficou por conta de Airton Marinho (Gibi Quântico 1, Cabra D’Água – Terra Sitiada, entre outros) e a capa é de Jefferson Costa (Gibi Quântico 1, La Dansarina). Dos 24 artistas envolvidos no projeto, somente seis participaram do volume anterior, o que torna a nova edição uma verdadeira exposição de novos talentos!

Conheça as histórias e os artistas envolvidos.

 

Sorte para quem? – Paulo Biagioni (roteiro) e Guabiras (arte);

A resposta – Bruna Oliveira (roteiro) e Robert Yo (arte);

Sanatorium – Alessio Esteves (roteiro) e Doug Firmino (arte);

Timothy, o gigante – Everton Andrade (roteiro) e Humberto Kehdy (arte);

Pérolas – Jun Sugiyama (roteiro) e Pri Wii (arte);

Traumas – Lucas Souza (roteiro) e Eder Santos (arte);

Como sobreviver com um bumerangue no Outback – Fernando Barone (roteiro) e Rodrigo Martins dos Santos (arte);

Latrina – Tiago P. Zanetic (roteiro) e Dudu Torres (arte);

Brocker, o anão injustiçado – Airton Marinho (roteiro) e Fabricio Bohrer (arte);

Conexão urbana – Sabrina Paixão (roteiro) e Alexandre Arcangelo (arte);

Caminhos do Paraíso – Lucas Benetti (roteiro) e Clayton InLoco (arte);

Fio de Vento – Jujú Araujo (roteiro) e Akemy Hayashi (arte).

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Abusando da minha amizade com este cabra batuta, consegui arrancar uma entrevista exclusiva sobre como foi produzir esta coletânea. Confira o bate-papo!

Como você define o Gibi Quântico?

O Gibi Quântico é uma ideia que brotou inicialmente na mente anárquica do Raphael Fernandes de ser um gibi simples, com histórias de diversos temas, publicado em papel jornal e com distribuição gratuita e apoio da Quanta Academia de Artes, onde nos formamos no curso de roteiro. Outra característica é o fato da maioria das histórias ser composta por roteiristas que estão publicando pela primeira vez, e isso é uma oportunidade que poucas editoras nacionais fazem hoje em dia. A maioria quer o álbum pronto, de cabo a rabo.

Você já atua como editor-assistente na linha de quadrinhos da Editora Draco e agora foi editor do Gibi Quântico. Quais as diferenças?

Na Draco eu basicamente avalio os roteiros das coletâneas e álbuns que estão na programação da editora, reviso, avalio previamente alguns desenhistas e vou cobrando a galera conforme o prazo de entrega das histórias vai chegando. Com o Gibi Quântico, além disso, tive que correr atrás de diagramação, capa, gráfica, divulgação, resolver pequenas questões entre artistas, e até criamos um pequeno “conselho” do Gibi Quântico, com os autores da primeira edição que mais atuavam nos eventos, para resolvermos alguns impasses e dúvidas que surgiam conforme as coisas andavam.

O Jun Sugiyama, além de voltar ao Gibi Quântico com a HQ “Pérolas”, foi editor-assistente da nova edição. Como foi a parceria?

Foi muito boa! Como o Gibi Quântico é uma publicação independente, isso quer dizer que ela depende de muitas pessoas! Ele foi um cara que me ajudou bastante e tem ajudado até hoje. Tem minha benção pra tocar a terceira edição! HAHAHA!

Esta edição possui roteiristas com seu primeiro trabalho e outros com algum tempo de mercado. Qual dá mais trabalho? =P

Depende muito do roteirista. O pior profissional é aquele que não sabe ouvir críticas e inventa desculpas pra tudo. Não tive problemas graves com os roteiristas dessa edição. Todos ouviram bem as críticas e foram ajustando seus roteiros conforme íamos avaliando. Se a ideia da história for legal, mas o roteiro tiver diversos erros (tanto de enredo quanto de técnica) e o roteirista for gente boa e souber ouvir críticas, é suave, dá pra trabalhar legal e o resultado com certeza será maravilhoso. 

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Fale um pouco sobre sua HQ, “Brocker, o anão injustiçado”.

A história de Brocker se passa na época medieval. Ele é um anão que foi preso injustamente e agora ficou livre. Na prisão, ele obteve um poder de forma misteriosa (algo relacionado com machados) e as vezes, ele topa com pessoas ignorantes que merecem ter algumas partes do corpo arrancadas a força. Brocker foi uma ideia que tive em conjunto com o desenhista Fabricio Bohrer, pois percebemos que não existem muitos protagonistas anões nas histórias de fantasia medieval.

Para encerrar, convide a galera para o lançamento!

Gibi Quântico 2 tem mais páginas, mais histórias e mais emoções para você, fã de quadrinhos e que adora um trabalho de qualidade! Apareça na Quanta Academia de Artes na R. Dr. José de Queirós Aranha, 246 – Vila Mariana (próx. metrô Ana Rosa) a partir das 17hs nesse sábado (30/07) e leve um exemplar dessa coletânea maravilhosa, pagando o quanto quiser! Os autores estarão autografando até o último leitor (ou quando fechar a escola)! 

Mais informações: gibiquantico@gmail.com

Link para o evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/568513396661764/

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