Após um jantar romântico e uma noite de sono na casa do namorado, Joana acordou e percebeu que estava com um problema bem estranho: Mauro, seu namorado, não acordava de jeito nenhum! Quando já pensava em ligar para algum serviço de emergência, recebeu a visita de uma entidade chamada Anaoj. Ela explicou que Mauro só acordaria se Joana descobrisse dez coisas que não soubesse sobre seu namorado. Para isso, ia precisar encontrar dez pessoas com estas informações. O problema é que nenhuma delas estaria disposta a passá-las. Não sem um preço.

Esta é a premissa de Dito pelo não dito, um romance-mosaico independente que está com uma campanha de financiamento coletivo no Catarse.

Como assim, “romance-mosaico”?

Bem, a história foi concebida em sua totalidade por Rodrigo Ortiz Vinholo e Pedro Hutsch Balboni e dividida em 12 capítulos. Só que ao invés deles escreverem tudo, resolveram convidar 10 pessoas para desenvolver cada parte da trama.

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Os autores convidados receberam um guia com um resumo do que acontece no capítulo, qual o clima que ele deveria e o que não poderia faltar nesta parte de trama. Então, com estas informações, deveriam desenvolver o texto, com suas próprias palavras e estilo. Por isso o termo “romance-mosaico”: temos uma trama desenvolvida a 24 mãos, cada um contando uma parte dela do seu jeito. Foi muito bacana quando o Rodrigo me convidou para fazer parte do projeto e aceitei sem pensar duas vezes.

Para viabilizar o projeto, foi criada uma campanha no Catarse, que é uma plataforma de financiamento coletivo. Isso quer dizer que você pode contribuir para que o projeto saia do papel. Quanto maior a sua contribuição, mais recompensas você ganha. Então, além do livro si, você ainda pode ter outros produtos ligados à obra (imã de geladeira, marcador de página, ecobag) ou outras obras dos idealizadores do projeto. Sem contar que, se atingirmos as metas estendidas, o livro vai ficar muito mais bacana.

Dito pelo não dito é uma história de fantasia e autoconhecimento, onde a busca pelo outro acaba por revelar muito sobre nós mesmos. Acesse agora a página do livro no Catarse e saiba mais sobre a obre, seus autores e como ter a sua!

(NOTA: a seção jabá é usada para divulgar trampos / projetos / afins meus e de colegas. Praticamente um publieditorial dos bróders)

 

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