Arquivo da categoria ‘Games’

E voltamos com as nossas tradicionais opiniões rápidas e rasteiras sobre produtos da cultura pop que consumi. A bola da vez é Games!

 

 

The Wolf Among Us

Não tinha jogado nenhum game neste estilo ainda e curti muito o esquema de “animação interativa”.

Gráficos lindos, uma baita história que me envolveu muito e uma ótima introdução ao universo da HQ “Fábulas”.

Tanto que acho que vou retomar a coleção (só tenho o primeiro).

 

 

 

 

Bioshock

Segundo shooter de XBox360 que termino (o primeiro foi Dead Island) e admito que suei bastante para conseguir. Muitos controles, muitas opções de armas, muitos inimigos… Mas valeu a pena.

Além de ser um shooter dos bons, este game possui uma história fenomenal, discutindo os limites da ética e moral da humanidade quando um grupo constroi uma cidade submersa livre de política e religião.

Incrível como o ser humano sempre dá um jeito de ferrar com tudo.

 

 

 

Dungeons and Dragons – Tower of Doom

Apesar de ser um beat´em up, busca reproduzir todos os elementos clássicos de aventuras de D&D: cada classe tem seus poderes e especialidades, é possível comprar itens, subir de nível e escolher divesos caminhos durante o jogo, e o principal: é MUITO difícil jogar sozinho!

A trama é basicona, mas serve bem ao jogo. Detalhe interessante é que muita gente (eu incluso) jogou primeiro a continuação deste jogo ( o “Shadows over Mystara”), o que gera ~~altas confusões~~, como sentir falta de alguns personagens.

 

 

Dungeons & Dragons – Shadow over Mystara

Legal pelos novos personagens, mas acabou decepcionando por ser MUITO igual ao jogo anterior, Tower of Doom.

Não que eu esperasse mudanças estruturais na mecânica do jogo, mas os inimigos e mestres (com exceção de um) são os mesmos e até a animação ao vencer um grande inimigo é igual!

(Incrível como vamos ficando velhos e chatos, não?)

 

 

 

The Stanley Parable

Definitivamente, um dos melhores games que já joguei em toda a minha vida.

Sua premissa é simples: um sujeito pacato e com um trabalho burocrático chamado Stanley um dia percebe que todos em seu prédio comercial desapareceram e sai para descobrir o que está havendo.

Só que a narrativa do jogo, com um narrador ditanto o que Stanley faz e se aborrecendo quando não é obedecido, leva Stanley, o Narrador e o próprio jogador a questionarem tudo o que está acontecendo, até mesmo a própria noção de realidade.

Este jogo fodeu minha mente em níveis que não eram fodidos fazia um tempo já. Valeu, Mário, pela indicação!

 

 

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(Publicado originalmente no Universo Fnac em 13/06/2013)

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Um dos jogos exclusivos de Playstation 3 mais aguardos na época de seu lançamento, The Last of Us é um survival horror com perspectiva em terceira pessoa que busca ser muito mais do que andar e atirar nos inimigos. Levando o conceito de sobrevivência às últimas consequências, as armas são escassas, curar-se é praticamente impossível e a inteligência artificial dos inimigos está complexa.

A trama gira em torno da jornada de Joel e Ellie tentando atravessar os Estados Unidos após o país ser devastado por uma praga. Há cerca de 20 anos, um estranho fungo infectou grande parte da população humana, transformando-a em uma espécie de zumbis. O governo criou zonas de quarentena fortemente vigiadas e quem não quis sujeitar-se às novas e duras leis juntou-se em violentas gangues para proteger-se dos infectados.

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(Publicado originalmente no Contraversão em 22/03/2012)

mav1

Demorei um pouco para começar a me aventurar pelos jogos das redes sociais. Ainda em tempos de Orkut, comecei a jogar Organized Crime porque praticamente todos meus amigos estavam jogando e também porque me lembrou The Crims, um jogo online de eras atrás que joguei por um tempo.

Porém, mais do que ficar competindo por status e poder em brigas PvP (Player versus Player), um jogo me fisga mesmo é pela história. Em Organized Crime, o jogador começava batendo carteiras de velhinhas e mais adiante já era um chefão do crime nacional, com direito a todos clichês do gênero: traições, brigas de facções rivais, controle de estabelecimentos, acordos com autoridades e por aí vai. Estava gostando bastante, mas com o tempo, passei a usar cada vez menos o Orkut e acabei abandonando o jogo. Será que meu império do crime ainda existe em algum servidor cheio de pó?

Mas o grande sucesso do Orkut era um jogo chamado Colheita Feliz. Nunca joguei, mas basicamente você tem uma fazenda e deve cuidar de toda a manutenção dela: plantar, regar, colher, distribuir, vender e comprar. Há também animais e o processo é o mesmo. É um jogo que exige manutenção constante, sendo que se você ficar muito tempo sem entrar, plantas e animais podem morrer. Também não há nenhuma história, você cuida da sua fazenda e interage com outros fazendeiros. A febre foi tanta que existiam desde vírus prometendo vantagens até vídeos de pessoas indignadas com a empresa que cuidava da manutenção do jogo.

mav2

O diferencial destes jogos em redes sociais é que você depende de outros jogadores para conseguir certos itens ou vantagens, além de que o número de amigos dentro do jogo aumenta seu poder dentro dele. Se o jogo é um aplicativo dentro de uma rede social, nada mais natural do que o mesmo estimular que você brinque junto com seus amigos. E não há escapatória, certas missões ou tarefas só podem ser cumpridas com a ajuda de outras pessoas. Caso o seu negócio ainda seja jogar sozinho, melhor continuar com o bom e velho videogame.

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Deuses entre nós

Publicado: 7 de abril de 2016 em Games
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(Publicado originalmente no Blog da Fnac em 01/05/2013)

injustice 4

O Coringa enganou o Superman e o fez detonar uma bomba nuclear em Metrópolis. Entre as vítimas, estava Lois Lane, grávida. Revoltado ao perder sua mulher e seu filho, o super-herói matou o Príncipe Palhaço do Crime. E para garantir que ninguém mais sofresse o que ele sofreu, instalou uma sangrenta ditadura. Diversos heróis e até alguns vilões se uniram à causa do Homem de Aço. Quem se opôs, como o Arqueiro Verde, acabou morto.

Mas Batman acredita que o Superman passou dos limites e passa a liderar uma Rebelião contra a ditadura emergente. O Homem-Morcego consegue recrutar outros heróis e vilões para o seu lado, e logo o planeta Terra vira um imenso campo de batalha entre superseres.

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JAMMIN’!

Publicado: 1 de abril de 2015 em Games
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(Originalmente publicado em NerDevils em 10/06/2011)

tj1

Dois extraterrestres dirigem sua nave pelo espaço sideral quando são surpreendidos por uma chuva de meteoros. O veículo é seriamente danificado e acaba caindo em um estranho planeta. Agora eles devem percorrer esta terra estranha e enfrentar seus inóspitos habitantes a fim de poder juntar as peças de sua espaçonave e assim poder retornar para casa…

O novo filme do Spielberg?

A nova série em quadrinhos da Vertigo?

O mais novo seriado da HBO?

Não! Este é o enredo básico de um dos melhores e mais insanos jogos de videogame de todos os tempos: Toejam & Earl! Estes são os nomes dos dois protagonistas, provenientes do planeta Funkotron e que graças às grandes habilidades de pilotagem de Earl, tiveram sua bela nave espacial Funkotronic danificada e agora terão que explorar um dos piores lugares do universo: o planeta Terra!

Funkotron?

Funkotronic?

Sim, meu caro, este dois ETs são típicos funkeiros dos anos 70 e suas roupas, gírias e jeito de andar não deixam mentir. Aliás, toda a trilha sonora do jogo tem como base este estilo musical, com suas batidas e scratchs.

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kratos 1

“Muitas histórias são contadas acerca Kratos, o Fantasma de Esparta. De como sua pele é recoberta das cinzas daqueles que matou. De como vendeu sua alma a Ares. Dos serviços prestados aos deuses do Olimpo em troca de redenção. De como foi ao Tártaro e voltou. De como se tornou um deus. De como nada ficou no caminho de sua vingança. E de um ódio sem fim capaz de destruir os Titãs, os Olimpianos e até a si mesmo. Saibam que todas estas lendas são verdadeiras, mas não dizem tudo sobre ele…”.

Em 2005, a Sony Computer Entertainment de Santa Mônica lançou um jogo que foi sucesso de crítica e público: God of War. Inspirado nas lendas da Mitologia Grega, o game trouxe a história de um homem a serviço dos deuses do Monte Olimpo, realizando tarefas diversas em busca de perdão por seus crimes. Quando Ares, o Deus da Guerra, incomodado com a soberania da cidade de Atenas, resolve pessoalmente destruir o local, é este homem quem os deuses enviam para impedir a tragédia.

Este sujeito é Kratos. Capitão dos exércitos de Esparta, quase encontrou a morte ao enfrentar uma horda de bárbaros. Prestes a ser derrotado, ofertou sua alma e jurou servidão eterna a Ares, caso conseguisse poder para matar seus inimigos. O Deus da Guerra lhe envia duas armas mágicas: as Lâminas do Caos. Com elas, o espartano não só massacra seus inimigos, como inicia uma longa trajetória de vitórias e destruição por toda a Grécia.

God of War narra a façanha de um homem que pode derrotar um deus. Em meio a combates com criaturas mitológicas, belas mulheres, armas mágicas e poderes incríveis, acompanhamos alguém desesperado para encontrar a paz, não importando quantos ou quem tiver que matar para isso. A trajetória e os atos de Kratos foram tão marcantes que ele se tornou um dos grandes personagens de toda a história dos videogames.
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