Posts com Tag ‘aventuras fantásticas’

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Quando falamos de grandes cenários e sistemas de RPG medieval, alguns nomes e personagens logo vem à mente. Para o pessoal mais das antigas, Forgotten Realms de Dungeons & Dragons é um cenários mais queridos de todos os tempos, com o grande mago Elminster, o elfo-negro herói Drizzt Do’Urden e o sinistro Vecna. Para os mais novos, e jogo nacional Tormenta e seu mundo de Arton trazem à mente nome como os grandes magos Talude e Vectorius, do grande herói Arkham Braço-Metálico e do infame Mestre Arsenal.

Mas, na minha jornada RPGística, o maior cenário de todos os tempo é Titan e seus três continentes de Allansia, Mundo Antigo e Khull. Os grandes magos do mundo são Nicodemus, Yaztromo e o Curandeiro, Chadda Darkmane é um baita herói e poucos vilões chegam aos pés do Arquimago e de Lord Azzur. Tudo isso embalado por um dos mais simples sistemas de RPG que vi na vida. Estamos falando do Figthing Fantasy, RPG inglês criado por Steve Jackson e Ian Livingstone e publicado atualmente no Brasil pela Jambô Editora.

Lorde Azzur, o sombrio ditador de Porto Areia Negra.

Lorde Azzur, o sombrio ditador de Porto Areia Negra.

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5.1.2

Não sei precisar quando o rock adentrou o meu lar. Lembro que quando tinha uns 14 anos, meu pai, começou a gostar de guitarrista do Gun’n Roses, o Slash. Ele vivia ouvindo Rádio Cidade (pagode, sertanejo e pop nacional em geral) e cismou que aquele cabeludo de cartola era o melhor do mundo. Como ele ouviu a banda, sabia quem era o guitarrista e quais eram os critérios de um bom guitarrista são mistérios para mim até hoje. Desconfio que tenha a ver com a MTV.

Então meu irmão do meio apareceu com uma fita do Appetite for Destruction e ele ouvia direto, mas confesso que não me encantou muito. Talvez um dos motivos seja porque o primeiro fora que eu tinha levado em um bailinho de garagem na vida foi ao som de Patience, da mesma banda. Tudo bem que na época isso tinha rolado a mais de um ano, mas mesmo assim me afetava.

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